Campeonato Brasileiro

"A exigência é muito alta”: Volante revela bastidores do Santos e avanço na adaptação ao estilo de Bustos

Jogador também ressaltou o deseja ter uma sequência no Peixe

Ettore Chiereguini/AGIF - Fabían Bustos, técnico do Santos
© Ettore Chiereguini/AGIFEttore Chiereguini/AGIF - Fabían Bustos, técnico do Santos

É inegável que Sandry foi um dos destaques no triunfo do Santos por 1 a 0 sobre o Universidad Católica, na última quinta-feira (5), pela Copa Sul-Americana. O jogador teve um bom desempenho defensivo e foi bastante efetivo nos desarmes e no auxilio ao Peixe na saída de bola ao ataque.

O jogador que se recuperou de uma grave lesão no joelho direito na última temporada voltou a receber mais oportunidades, principalmente com a entrada de Fabián Bustos na equipe paulista. Até o momento, o volante disputou 13 jogos pelo Peixe, sendo três jogando a partida completa. “Sempre atuei como volante e me sinto confortável por ali. O Bustos tem conversado muito comigo sobre posicionamento e como eu posso melhorar. Tenho crescido muito no dia a dia e acredito que a minha boa partida foi fruto da minha dedicação nos treinos. Estou em busca de ritmo de jogo e poder atuar os 90 minutos na partida contra a Universidad foi importante também por isso”, relatou durante entrevista coletiva.

Após o bom desempenho na competição continental, o volante deseja conseguir mais oportunidades. “Eu trabalho forte no dia a dia em busca de estar sempre entre os 11 que iniciam jogando. Sou fominha e quero estar o máximo em campo defendendo a camisa do Santos. Sabemos que, com o calendário que possuímos, iremos precisar muito do nosso elenco. Vamos precisar de todos os jogadores do elenco nesse período e precisamos de muita concentração. O grupo é jovem e muito qualificado. Esperamos corresponder mesmo diante de uma maratona forte de jogos pela frente”, relatou.

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Já em relação ao comandante do Peixe, o camisa 6 relatou que Bustos trouxe novos conceitos para o elenco e que agora é preciso passar pela fase de adaptação. No entanto, ele segue tendo convicção na evolução do trabalho com o técnico argentino. “A exigência da comissão técnica, em todos os treinos, é muito alta. Sempre um trabalho de muita intensidade e rico em termos táticos. O professor possui ideias de jogo diferente das que a gente vinha tendo e é normal termos um período de adaptação. Temos um grupo muito unido e que gosta de trabalhar, e temos convicção que o trabalho atual irá ter frutos”, pontuou. O Santos volta a campo neste domingo (8), às 18h, contra o Cuiabá, pela quinta rodada do Brasileirão.

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