Sem técnico antes do Mundial
A Seleção Brasileira atravessa um momento de instabilidade e incertezas. A um ano da Copa do Mundo de 2026, a Amarelinha está sem treinador após a demissão de Dorival Júnior, que não resistiu à goleada por 4 a 1 sofrida diante da Argentina no último dia 25 de março.
A derrota foi o estopim para a saída do técnico, que já vinha sendo criticado tanto internamente quanto pela torcida. Com a vaga aberta, a Confederação Brasileira de Futebol segue em busca de um novo comandante para liderar o ciclo final rumo ao Mundial. E um nome que ganha força nos bastidores é o de Jorge Jesus.
Treinador está otimista
Atual técnico do Al-Hilal, da Arábia Saudita, o português já demonstrou abertamente o desejo de comandar a Seleção Brasileira e, segundo o jornalista Bruno Andrade, do portal UOL, está bastante otimista quanto à possibilidade de ser contratado pela CBF.
Conforme a fonte, Jorge Jesus acredita que um convite oficial por parte da entidade é apenas uma questão de tempo. Pessoas próximas ao treinador indicam que ele acompanha de perto as movimentações da CBF e que seu nome tem sido bem aceito internamente.
Apesar do interesse, o técnico português segue focado nas quartas de final da Liga dos Campeões da Ásia, competição que será disputada entre o fim de abril e o início de maio. O Al-Hilal não vive seu melhor momento, o que também pode facilitar uma saída antecipada.

RIYADH, SAUDI ARABIA – OCTOBER 20: Manager coach Jorge Jesus from Al Hilal Saudi FC gestures during the Saudi Pro League football match between Al-Hilal and Al-Khaleej at Prince Faisal bin Fahd Stadium on October 20, 2023 in Riyadh, Saudi Arabia. (Photo by Adam Nurkiewicz/Getty Images)
Saída antecipada?
O técnico estaria disposto a deixar o clube saudita no início de maio — dois meses antes do fim de seu contrato —, abrindo mão até mesmo de comandar a equipe no Super Mundial de Clubes, programado para junho e julho nos Estados Unidos.

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Para isso, a CBF teria que arcar com uma multa rescisória de aproximadamente 3 milhões de euros (cerca de R$ 19 milhões na cotação atual). O valor, no entanto, não é visto como um empecilho pela entidade, que trata a definição do novo técnico como prioridade máxima.