Botafogo

Ex-presidente do Botafogo, Montenegro chama Textor de herói e revela empréstimo ao clube

Carlos Augusto Montenegro tem um papel fundamental na história do Botafogo, sendo uma figura de destaque ao longo de várias décadas

Montenegro foi presidente do Botafogo por alguns anos - Foto: Reprodução/Twitter
Montenegro foi presidente do Botafogo por alguns anos - Foto: Reprodução/Twitter

O passado e o futuro

Carlos Augusto Montenegro é uma figura central na história do Botafogo, desempenhando um papel crucial durante várias décadas. Como presidente, ele foi responsável pela memorável conquista do título brasileiro em 1995, um dos momentos mais gloriosos do clube.

Além de suas contribuições como dirigente, Montenegro se destacou por seu apoio financeiro consistente ao longo dos anos, ajudando a manter o clube estável em tempos de crise.

Montenegro tem uma admiração declarada por John Textor, atual investidor do Alvinegro, reconhecendo nele um papel semelhante ao que desempenhou em sua época, quando as Sociedades Anônimas do Futebol (SAF) ainda não existiam.

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“O meu gosto sempre foi futebol mesmo. Na hora que você tem um ente querido, como é o Botafogo para mim, morrendo, vai virar, com todo respeito, um time menor, você fica desesperado. Tem que fazer alguma coisa, entendeu? Por isso que hoje o John Textor é meu ídolo, meu herói”, iniciou entrevista ao ge.

“Ele veio de fora e acreditou no projeto, no nome, na marca e na torcida. Assumiu R$ 1 bilhão e pouco de dívidas, botar mais de R$ 400 milhões. Já botou R$ 500 milhões. Ele tem outros times, mas tem um carinho especial pelo Botafogo”, completou.

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Empréstimo milionário ao Glorioso

Durante sua gestão e mesmo após seu mandato, Montenegro realizou vários aportes financeiros para ajudar o Glorioso a superar dificuldades econômicas. Embora evite calcular o montante total investido ao longo dos anos, ele revelou que o último empréstimo foi de R$ 15 milhões, valor que já foi restituído.

“Quem aceita ser presidente é maluco, porque é administrar uma coisa falida, sem perspectiva e que não tem receita. O grande problema não é a dívida chegar a 1 bilhão de reais como chegou (no Botafogo) antes da SAF. O problema é que você não tem receita para o cotidiano”, afirmou.

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